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Novembro Azul: campanha alerta para a importância do diagnóstico precoce do câncer de próstata

 

Doença é assintomática em suas fases iniciais, por isso, a campanha Novembro Azul alerta para a regularidade dos exames preventivos. 

 

O câncer de próstata é o segundo câncer mais frequente nos homens. Em média, ocorre 1 diagnóstico de câncer de próstata a cada 7 minutos e 1 óbito pela doença a cada 40 minutos.

 

Dr. Gabriel Weiss, médico urologista, membro do corpo clínico do Hospital de Clínicas de Passo Fundo destaca a importância da campanha Novembro Azul para incentivar os homens a quebrar tabus e preconceitos e dedicar atenção à sua saúde.  “O Novembro Azul é uma campanha que tem como objetivo principal conscientizar os homens sobre a importância do cuidado com diversos aspectos da sua saúde e não somente com relação ao câncer de próstata. Aproveitamos a oportunidade para realizar o rastreio de diversas doenças que acometem o homem, como hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus, dislipidemias, câncer colorretal e outras.”

 

O especialista explica quais são principais fatores de risco associados ao câncer de próstata. “Os principais fatores associados ao risco de desenvolver câncer de próstata são: ser afro descente, possuir histórico familiar da neoplasia, ter familiares com câncer de mama com mutação genética, idade acima de 50 anos, hábitos alimentares e obesidade. Hoje sabemos que possuir um familiar com câncer de próstata eleva o risco de apresentar a doença em duas vezes e, caso apresente dois familiares, esse risco sobe para seis vezes maior do que a população em geral.  Ainda, os hábitos de vida e a obesidade também influenciam no desenvolvimento da neoplasia.” salienta o urologista.

 

Orientações sobre a prevenção

            

Entre os principais desafios para o combate à doença está a dificuldade de conscientização sobre a importância dos exames preventivos, já que quando os sintomas começam a aparecer, 95% dos casos já estão em fase adiantada.  “No Brasil ainda é preciso melhorar a medicina preventiva. A população masculina não tem hábito de fazer exames regularmente, e isso dificulta e atrasa o tratamento quando encontrada alguma doença. Além disso, é preciso quebrar os tabus que ainda existem quando o assunto é procurar um urologista.” destaca Dr. Gabriel.

 

Ações diárias que envolvem a rotina dos homens são importantes para controlar os fatores modificáveis relacionados ao câncer de próstata. “Hábitos de vida saudáveis, prevenção da obesidade, baixo consumo de gorduras e álcool, não fumar e praticar exercícios físicos regularmente.” exemplifica o médico urologista, Dr. Gabriel Weiss.

 

Adiar os exames de rotina e preventivos impacta nas chances de cura e na escolha do tratamento, quando alguma alteração for diagnosticada. “O maior prejuízo no diagnóstico tardio da doença é a agressividade no tratamento e redução na possibilidade de cura. Ainda, quando pensamos nas demais doenças prevalentes nos homens, a não realização do rastreio delas gera um risco aumentado para apresentar infarto agudo do miocárdio, acidente vascular encefálico e outras consequências.” alerta o urologista.

 

Diagnóstico precoce e cura da doença

“Quando realizado o diagnóstico precoce e encontrada a forma localizada da doença, em média 90% dos pacientes são curados. Ainda, nesses  pacientes com doença localizada, o tratamento torna-se menos agressivo se comparado com aqueles que se apresentam com o diagnóstico tardio e doença avançada.” destaca o urologista do Hospital de Clínicas de Passo Fundo, Dr. Gabriel Weiss. 

 

Tratamento

 

 As opções de tratamento são individualizadas, considerando o estágio da doença a partir de seu diagnóstico. “O tratamento dependerá de qual estágio clínico a doença se encontra. Uma vez realizado o diagnóstico de câncer, o tumor será classificado em baixo, médio e alto risco de progressão. Para os tumores de baixo risco, desde que preencham alguns critérios, a abordagem contemporânea é de seguimento regular, com consultas e exames programados. Já para os de médio e alto risco, dispomos atualmente do tratamento cirúrgico, radioterápico, hormonioterapia e quimioterapia.” finaliza.

 


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